quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Meu 2014 #Tata Que venha 2015

E lá se vai o ano mais legal que vivi (até agora). Tive uma perda muito marcante, porém, momentos lindos!
E eu dedico muitos dos minutos aos meus eternos assessorados do Tatá, já que vocês usaram e abusaram de meu tempo mesmo. rsrsrs
A assessoria nunca foi uma meta, mas hoje, por conta de vocês, eu vejo como uma linda possibilidade. 2013 já havia sido lindo. Porém, 2014 foi maravilhoso!! Tudo que a gente passou foi marcante. Nossas viagens, para alguém superar vai ser difícil, vocês foram os melhores companheiros de estrada. A particularidade de cada um me fez crescer em vários aspectos. 
Sentirei saudades de atrasar um tantinho apenas para acompanhar o Higor na praia, para catarmos conchinhas. Ou então, dormir apenas 3h e chegar na cidade e já apresentar, porque fiquei te ouvindo durante a viagem Hig. Me fizestes saber administrar o tempo. Como esquecer também do Mário Ênio! Os puxões de orelhas que você me dava eram os mais autênticos! Aliás, você me emociona! Pessoa que sabe me fazer chorar com a simplicidade que sabes usar as palavras, o cuidado que tens com tuas coisas. És uma estrela! 
E a produtora Gabriela, quantas noites quase em claro pra gente resolver os pepinos. Tardes subindo e descendo escadas do Anglo, horas antes de uma viagem, para que tudo saísse do jeito que imaginávamos. Os almoços saudáveis, as confidências, uma amizade que me deixa feliz por sermos tão diferentes, mas teres tido a paciência de me escutar e o contrário também, porque sou legal, hahaha.
O Flávio com seus silêncios que me faziam ter que descobrir o que estava incomodando e tentar resolver. Teu jeito de se comunicar pelo olhar me fez mais perceptiva. Assim como a Paula, que minutos antes de cada apresentação me fazia sempre ir atrás pra descobrir seu "sumiço". Você me fez aguçar minha responsabilidade, sem perder a ternura. 
A Raíssa e seu tempo de entender as coisas me fez ser mais atenta a tudo. 
O Jão sempre me incentivando a não ser mais tanto sedentária, haha. Acredite, melhorei e muito! 
A Melissa, sempre tão atenta aquilo que eu levava para propor, tua confiança de sempre me fez mais confiante! 
O Rui e os intermináveis questionamentos, me fez exercitar ainda mais meu leque de respostas rápidas. Obrigada por cada pergunta! :) 
A Alexandra e seu jeito de falar aquilo que sentia, nos momentos mais improváveis. Você me fez ter "jogo de cintura" como dizem por aí. rsrs . 
E o Vinicius, que em tão pouco tempo já me ensinou tanto também com sua perspicácia. Também um salve pra Gessi, Camila, Jardel, Clevy e Carolê. Aprendi muito com cada um de vocês! E espero, de coração, tê-los em 2015 também. Que nossos caminhos continuem se encontrando.

Toda a vez que eu dobro a direita eu encontro o meu passado.
Quando eu viro para o lado que não é o do coração é quando eu pareço encontrá-lo. 
Mas não o coração  que me guia e me faz perceber que estou viva.
Mas aquele que rege meus passos, minhas escolhas, e que ao longo da caminhada me fez deixar pedrinhas de João e Maria no caminho.
Mais um ano que está acabando e, pela primeira vez na vida, eu consigo responder quem eu sou para o mundo.
Quantas histórias com o Tatá, meu Deus! E já sinto saudades, porque uma nova era está por vir.
Despedidas são necessárias, elas ocorrem desde que mundo é mundo, apesar de eu sempre ter evitado.
Pela primeira vez eu estou vivendo uma despedida. Organizando uma despedida. Apagando a luz, fechando as janelas e a porta.
Eu sei que logo eu voltarei a abrir. Mas como naquele filme que o menino tem uma chave mágica. as coisas não estarão como eu deixei.


Porque no mundo em que vivemos, as coisas tem poder sobre sim.

Sim, eu gosto de  #mimimis
beijos e abraços,
Que o novo Ano seja repleto de coisas lindas e iluminadas,
Liz
Liza
Lizandra Vilela

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Perdi o título na caixinha

Tenho problemas em administrar minhas lembranças. 
É como se eu tivesse internamente uma caixa onde guardei até então todos os momentos. 
Durante 21 anos foi assim. Até agora.
Ando sentindo a necessidade de catalogar, numerar, agrupar ou seja lá quais as possíveis maneiras de diferenciar coisas que existem.
É como se hoje eu não conseguisse mais apenas guardá-las.
Elas já atuam também como algo a ser obrigatoriamente consultado.
Não consigo ir adiante se não me revisitar diariamente. 
Sabe aquela frase clássica, "Entre, mas não repare a bagunça"? 
Me falo todos os dias. Assim como protelo a arrumação de meu quarto, adio isto também.
Talvez eu tenha que virar a dona do jogo e da banca e ser minha própria diarista.



Lizandra Vilela

sábado, 19 de julho de 2014

Ideias a partir de um fato real

Se você fosse meu,
Iríamos caminhar de mãos dadas até o sol se pôr
Mesmo que tivéssemos que entrar em um acordo
Mesmo que eu tivesse que me render e provar uma de suas pizzas preferidas
 no fim de semana.
Se você fosse meu, seu caminhar seria o mais lindo de todos
Como de alguém que dança ballet três vezes por semana.
Se você fosse meu,
Cuidaria para que seu coração fosse sempre o mais saudável
Assim, eu teria a certeza que bateria ainda muito tempo por mim
E que juntos, por muitos anos,
Comeríamos aquelas pizzas e andaríamos de mãos dadas até o sol se pôr.


Lizandra Vilela

segunda-feira, 24 de março de 2014

Lembranças de um nostálgico em extinção

Já faz um tempo que, após as férias de verão, a volta às aulas era muito comemorada.
A saudade dos dias passados na praia era aplacado pela alegria
em rever os "amigos da vida inteira" na escola.
Não existiam muitos celulares, muito menos, redes sociais.
Mas os abraços trocados, assim que se viam, era como se
tivessem compartilhado ontem à noite alguma peripécia.
Os olhos identificavam as mudanças ocorridas neste  tempo longe, que pareceu uma eternidade:
O João cortou o cabelo,
A Maria agora pinta as unhas,
E o Mateus está mais alto ainda, maior que todos da turma.
E assim, as relações iam se restabelecendo,
As afinidades se constituindo.
Não havia receios por não terem estado no topo dos depoimentos do orkut,
ou por não terem comentado alguma foto no facebook.
O que alimentava esta amizade, era a lembrança dos recreios passados, das broncas coletivas, dos abraços apertados após uma super- mega- power troca de segredos.
Já faz um tempo desde que as pessoas eram autênticas.


Lizandra Vilela Star