Desde que você voltou, meus fins de semana nunca mais foram os mesmos.
Não desgrudo mais do celular.
Não assisto mais televisão.
Desde que você voltou, meus pensamentos não parecem tão meus.
Os sonhos se tornaram singulares de um jeito que eu não sei conter.
Mas desde que você voltou,
Eu passei a sonhar novamente,
A querer viver mais novamente e,
a sorrir mais verdadeiramente.
Desde que você voltou, parece que eu me reencontrei.
PS: Encontrei estas linhas escritas em meu caderno de anotações. São de maio
desse ano e, no momento não postei aqui no blog. Mas relendo, pensei ser um desperdício,
humildade de minha parte, (risos) e resolvi compartilhar com vocês.
Lizandra Vilela Star*
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Laços Eternos
Como um ciclo que se fecha, esse foi nosso encontro.
Aparamos arestas, cuidadosamente fechamos portas e janelas.
Juntos, dobramos o tapete da entrada e o guardamos com nossas lembranças.
Mas, como já era de se esperar, não conseguimos pôr a chave fora.
Por isso, de vez em quando, revisitamos nossas lembranças.
Quando sozinhos, sonhamos acordados.
Quando juntos, inventamos papos vazios, apenas pelo simples desejo de revisitar.
Porque, penso que é meio assim,
Quando o sentimento é verdadeiro,
As palavras são sinceras,
E os abraços eternos,
É difícil, diria impossível, esquecer.
PS: Novos ventos estão por vir. Tenho certeza disso!
Lizandra Vilela Star.
Aparamos arestas, cuidadosamente fechamos portas e janelas.
Juntos, dobramos o tapete da entrada e o guardamos com nossas lembranças.
Mas, como já era de se esperar, não conseguimos pôr a chave fora.
Por isso, de vez em quando, revisitamos nossas lembranças.
Quando sozinhos, sonhamos acordados.
Quando juntos, inventamos papos vazios, apenas pelo simples desejo de revisitar.
Porque, penso que é meio assim,
Quando o sentimento é verdadeiro,
As palavras são sinceras,
E os abraços eternos,
É difícil, diria impossível, esquecer.
PS: Novos ventos estão por vir. Tenho certeza disso!
Lizandra Vilela Star.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
O tempo e Suas Chances
Sempre ouvimos dizer que na vida, a hora é agora.
Que nunca se deve perder oportunidades porque não haverá
outra chance igual.
Mas, pensando bem, como assim não há segunda chance?
Todos os dias quando acordamos, acredito que seja uma nova
chance.
E nelas residem novas oportunidades.
Não creio ainda que o Universo, Deus, o destino, seja lá no
que você acredita, seja capaz de tamanha maldade, ser tão determinista e nos
fazer decidir uma vida em apenas um ato, uma escolha.
Porém, acredito sim que há uma hora na vida de todos nós que
faremos A ESCOLHA. E esta será importante não por ser única, mas sim, por
representar um caminho para os nossos sonhos. Há um momento que escolhemos se o
caminho para chegarmos e conquistá-los será
complicado ou difícil (sim há diferença), só isso.
Assim sendo, só peço, todos os dias, que eu saiba escolher
bem minhas direções.
Lizandra Vilela Star
Nosso Passado Nos Condena
Amarras que paralisam,
Nosso passado nos condena.
Nos aprisiona, nos faz vacilar.
Se houvesse seguido diferente
caminho, talvez fosse melhor.
Não teríamos com quem comparar
sentimentos.
Os momentos seriam "nossos", e não "meus"...
Porém, (talvez) a consciência disto não haveria e eu me pergunto agora, com tudo isso, o que fazer?
Como lidar com aquilo que tão
estrategicamente o tempo nos preparou?
Lizandra Vilela Star
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Um impasse chamado nós
Há momentos como esse em que eu
percebo que os anos passaram.
Não conseguimos agir mais tão livremente como
antes.
E, penso que até percebemos isso, porém, somos tolos, deixamos passar.
Seja um encontro desmarcado, uma pergunta não respondida, uma atenção não dada.
Com olhos esperançosos vivemos tentando desconstruir essas barreiras, mas elas continuam ali.
E quando percebemos dói, dá
saudade, sei lá.
Mas então, o que fazer?
Confesso-te que eu não sei.
Só tenho uma certeza, temos que resolver.
Lizandra Vilela Star*
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Sandices??
Ela sabia, não era como a maioria
das pessoas. Mas esse pensamento, ao contrário do que se pode pensar, não vinha
carregado da prepotência aparente. Ela simplesmente, em algum momento da vida,
resolveu lidar com esse mistério chamado vida a de forma diferente.
Amava as palavras, mas tinha
consciência dos sentidos vazios que lhes eram atribuídos. Por isso, possuía
cuidado ao usá-las. Quando alguém dizia coisas do tipo, “quem sente falta te
procura”, “quem te ama espera por você” ou, “que todos eram falsos/que todos
eram bons”, lia sempre isto com cautela. Ela
aprendeu a não generalizar as coisas. Gostava de ser tratada como alguém
especial, pelo simples fato de existir, como normalmente tratava o próximo. Mas havia um porém, ela nunca cobrava
atenção. Acreditava que a liberdade é o bem mais precioso que há, por isso,
trata o querer do próximo com o mesmo respeito que trata o seu. Pedir atenção,
ela acreditava, era o mesmo que decidir
pelo outro aquilo que ele deve pensar, como ele deve agir, e isso era errado.
Mas hoje, quando se deparou com
situações tão legais em sua vida, ela quis, talvez por um momento, ser igual a
todo mundo. Desejou ser invasiva e avisá-lo de suas conquistas, assim como quem
diz ao mundo as alegrias pelas quais tem passado, dia após dia. Desejou, por um
momento, conseguir usar sua liberdade, sem pensar se estava invadindo a dele, e
lhe dizer o quanto fazia falta, o quanto seu sorriso ainda fazia parte de seu
dia. Desejou, sem pensar em como lidar com tudo isso depois, fazer tudo
diferente, de forma que a felicidade plena um dia viesse lhe visitar. Imaginou
diálogos, imaginou abraços, simplesmente imaginou.
Sensação estranha essa de passar por algo muito legal e
pensar, vou avisar alguém, mas lembrar que não pode.
Não pode porque aquela pessoa já não é mais tua.
Não pode porque os caminhos de vocês estão desencontrados.
Porque esse simples ato, parecerá mais uma sandice do que
uma agradável e descontraída conversa.
PS: Férias da faculdade!! Passada em tudo! Que seja um ótimo mês (:
Lizandra Vilela Star*
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